GARFO

Concerto INATEL

22 de julho, 2022 – 19H00
Jardim da Casa do Miradouro

DONATIVO
SUGERIDO: 3€
Concerto: Jazz
Duração:  70 min. aprox.
Com: Bernardo Tinoco (saxofone), João Almeida (trompete), João Fragoso (contrabaixo) e João Sousa (bateria)
Tag: Jazz
Duration:  70 min. aprox.
With: Bernardo Tinoco (sax), João Almeida (trumpet), João Fragoso (double bass) e João Sousa (drums)

POR
Bernardo Tinoco juntou-se a outros três músicos com uma abordagem musical idêntica à sua e criou o projeto GARFO. A escolha de dois instrumentos de sopro juntamente com uma secção rítmica sem instrumento polifónico pretende explorar novos timbres e texturas de uma música que alterna entre a sua componente escrita e improvisada. O repertório do grupo que se compõe com composições originais de todos os membros integrantes, resultou num álbum de estreia editado pela Clean Feed com o apoio da Antena 2 que é agora apresentado.

ENG
Bernardo Tinoco got together with three other musicians with a similar musical approach to his own and created the GARFO project. The choice of two woodwind instruments together with a rhythm section without a polyphonic instrument intends to explore new timbers and textures of a music that alternates between its written and improvised component. The group’s repertoire, which is composed of original compositions by all members, resulted in a debut album edited by Clean Feed with the support of Antena 2, which is now presented.

BERNARDO TINOCO
Nasceu em Lisboa no ano de 2000 e iniciou em 2010 o estudo de saxofone. Teve como professores do mesmo instrumento na vertente clássica e jazz Hélder Alves, João Capinha, Ricardo Toscano, João Pedro Silva, João Mortágua e Pedro Moreira. Frequentou cursos de verão, masterclasses, seminários e ainda a Big Band Júnior. Das ações de formação frequentadas, destacam-se as lecionadas por Jacob Sacks, Ben van Gelder, Perico Sambeat, Peter Bernstein, Joe Chambers, George Cables, Gilad Hekselman, Mário Laginha, entre outros. Tanto no contexto académico como profissional, Bernardo Tinoco tem colaborado regularmente com alguns dos músicos de maior relevância no panorama do jazz nacional. Como líder ou sideman tocou já em espaços e festivais como Hot Clube de Portugal, Porta-Jazz, Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, CCB, Festival Caldas Nice Jazz, Festival Robalo Jazz – Antena 2, Convento de S. Francisco, Estarrejazz, Cine-Teatro Avenida, Casa da Cultura de Setúbal, Fórum Municipal Luísa Todi, Festival de Jazz de Viseu, Festival Internacional de Saxofone de Palmela, entre outros. Tem colaborado com Orquestras de Jazz nacionais, alguns dos cantautores portugueses mais aclamados e conta já com participações em trabalhos discográficos de diferentes projetos. Atualmente lidera o grupo GARFO que conta com a participação de João Almeida, João Fragoso e João Sousa. Está a frequentar o Mestrado em Ensino de Música na variante de jazz na Escola Superior de Música de Lisboa.

JOÃO ALMEIDA
Nasceu em 1997. É um trompetista, improvisador e compositor português radicado na cidade de Lisboa, Portugal. Aos 8 anos iniciou seus estudos musicais na banda filarmônica local (Mafra) e posteriormente, ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional. Em 2015 ingressou na Escola de Jazz Luiz-Villas Boas e no ano seguinte foi admitido no curso de Jazz da Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Gonçalo Marques e João Moreira. Durante a licenciatura teve oportunidade de trabalhar e colaborar com alguns dos mais relevantes músicos da “cena” musical portuguesa e internacional, nomeadamente Pedro Moreira, André Fernandes, Nelson Cascais, Luís Candeias, Hugo Antunes, João Mortágua, João Lopes Pereira, João Sousa , Pedro Branco, Gonçalo Marques, André Carvalho, André Santos, André Matos, André Rosinha, Peter Evans, Albert Cirera, Gabriel Ferrandini, Hernâni Faustino, Pedro Alves Sousa, Rodrigo Amado, Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Susana Santos Silva, Yaw Tembe, Ricardo Martins, Norberto Lobo, Abdul Moimême, Alvaro Rosso, Rodrigo Pinheiro, Pedro Melo Alves, João Valinho, Péter Ajtai, Mia Dyberg e Fred Lonberg-Holm. Em maio de 2020 lança o seu primeiro álbum a solo, “SOLO SESSIONS * ||||”, um trabalho centrado na exploração de técnicas estendidas e na utilização de objetos para a manipulação do som (preparação). Tocou em festivais e espaços como Teatro S. Luiz, Teatro do Bairro, Capitólio, Salão Brasil, Hotclube de Portugal, Sala Porta-Jazz, Zaratan, Café Dias, Sociedade Guilherme Cossoul, Galeria Zé dos Bois, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Outfest 2019, Festa do Avante, Festival de Jazz de Robalo, QuebraJazz, ACUD Theater, Madame Claude, LOOPHOLE e já fez várias digressões pela Europa.

JOÃO FRAGOSO
Nasceu em 1995 em Coimbra, Portugal. Começa a sua incursão na vida musical aos 12 anos, aprendendo guitarra de forma autodidata. Em 2009 inicia os seus estudos formais na escola de música da Associação Sítio de Sons, em Coimbra, escolhendo o baixo-elétrico como primeiro instrumento, tendo optado mais tarde por prosseguir no estudo do contrabaixo. Em 2012 ingressou na ESML-Escola Superior de Música de Lisboa, no curso de Música-variante Jazz, no ramo de Contrabaixo. Nos anos de 2012 e 2014 representou, respetivamente a Associação Sítio de sons e a ESML, na competição de escolas da Festa do Jazz do Teatro S. Luiz, em Lisboa. Terminou os seus estudos superiores em 2015, tendo estado entre 2016 e 2018 sob a tutoria de Alejandro Elrich Oliva. Desde 2016 que colabora com a companhia de teatro Bonifrates, de Coimbra, compondo e interpretando ao vivo música original para as suas peças de teatro. Também nesse ano, integrou o grupo Sócrates Bôrras Quarteto, que obteve o 2º lugar na competição de Combo Jazz do Prémio Jovens Músicos. Em 2019 lança, com o seu quinteto, o primeiro disco de música original intitulado “Dura Natureza”, pela label Cena Jovem Jazz.pt. Já apresentou este seu grupo em vários espaços de concerto, tais como o Hot-Clube de Portugal, o Seixal Jazz-clube, o Convento de São Francisco, e nos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra. Paralelamente à sua atividade como músico, é também professor de música na Escola de Jazz Luís Villas-Boas do Hot Clube de Portugal, e trabalha com a Associação Orelha Viva nos seus projetos pedagógicos, nomeadamente na Big Band Júnior onde exerce funções de produção, secretariado de orquestra e apoio pedagógico.

JOÃO SOUSA
Nasceu a 25 de novembro de 1990 em Faro. Formou-se em Jazz e música moderna pela Universidade Lusíada de Lisboa. Em 2014 inicia o mestrado em Jazz performance – instrumento principal bateria, Royal Conservatory of The Hague onde estuda com o reconhecido mestre holandês Erik Ineke. Neste período tocou com os saxofonistas Ben van den Duncan, Simon Rigter, o pianista belga Johan Clement e gravou dois discos enquanto sideman, “So Far”, Gottfried di Franco quintet editado em 2018 e “It’s time”, Vivienne Chuliao trio editado em 2017. Ficou também em 2º lugar no prestigiado Leiden Jazz Award. Em 2017 conclui o mestrado e volta a Lisboa cidade onde permanece e dá continuidade à sua exploração e pesquisa artística. Colidera com o guitarrista Pedro Branco e como membro fundador o projeto Old Mountain. Este grupo surge em 2016 e desde então iniciam colaborações com diferentes músicos, George Dumitriu, Demian Cabaud, Gonçalo Marques, Nicóló Ricci, José Soares, Felicia Erlenburg, João Hasselberg, Alessandro Fongaro, Mauro Cottone, Carlos Barreto ou Nelson Cascais são alguns exemplos destas colaborações. João Sousa teve também a oportunidade de apresentar a sua música em diferentes espaços, teatros ou festivais nacionais ou internacionais, Znojmo Jazzfest (república Checa), Sibiu jazz festival (Roménia), Nova Jazz Cava (Espanha), Hot Clube Portugal, Casa da música, Teatro Capitólio, Festival Robalo, Festival de jazz de Loulé, ou Festival de jazz de Minde. No decorrer do ano de 2020 editou em nome de Old Mountain dois discos já gravados em 2017 e 2018 em Amesterdão e outro do colectivo criado no âmbito da residência artística liderada pelo trompetista Gabrielle Mitelli (com Pedro Branco e João Hasselberg), uma parceria entre a Fundação Árpád Szenes Vieira da Silva e o Instituto Italiano da cultura em Lisboa.

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